UMA REGIÃO QUE INSPIRA.
2026® A Viagem do Elefante. Todos os direitos reservados.
O Que Fazer
Onde Ficar
Onde Comer
As ruínas romanas da Vila da Fórnea são um conjunto monumental que remonta ao século ll com várias divisões, algumas delas ainda bem definidas, nomeadamente o lagar de azeite, vinho, transformação de cereais, fundição de ferro e estábulos para animais. Foram também colocadas a descoberto umas termas com os tradicionais tanques, que permitiriam banhos de diferentes temperaturas, assim como vestígios do hipocausto e apoditerium que completariam o equipamento termal e vários compartimentos relacionados com a habitação dos proprietários e dos seus dependentes.
Parque com uma área considerável, ajardinada, com vista panorâmica sobre o Vale de Côa e a cidade de Pinhel.
Pelourinho em granito do qual atualmente já só existe uma pedra, isto porque conta a população que em tempos de maior pobreza se foi destruindo o castelo e o pelourinho para poderem reconstruir as suas próprias casas.
Povoado fortificado desde a Idade do Ferro até ao período visigótico. Apresenta muralhas com três níveis concêntricos e uma estrutura defensiva feita pela topografia natural e artificial. No interior encontravam-se casas circulares ou quadrangulares de alvenaria de pedra.
Construção que remonta aos meados do século XIII, a Igreja de São Tiago e Capela dos Cabrais é um importante testemunho do românico tardio na Beira Interior. No interior pode observar-se uma Pietá em granito e pinturas murais, pelo menos de duas épocas, encontrando-se vestígios de um tríptico construído por figuras que representam Nossa Senhora, São Tiago (orago) e S. Pedro. Já a Capela dos Cabrais, ou Panteão dos Cabrais, é onde estão os túmulos de vários elementos da família Cabral, tais como os túmulos dos pais de Pedro Álvares Cabral.
Também referido como Castelo das Cinco Quinas, devido à invulgar forma da sua torre de menagem pentagonal, acredita-se que foi mandado construir por D. Dinis ao mesmo tempo que este lhe conferiu a carta de foral em finais do século XIII. Serviu a sua função militar uma vez por outra, mas também de presídio, tendo sido abandonado e as suas muralhas desmanteladas para a construção de várias casas na vila e a praça de armas do castelo começou a servir de cemitério, tudo isto no século XIX, e só na década de 40 do século XX se conseguiu travar essas degradação.
Edifício da Alfândega, Largo 25 de Abril 6355-217 Vilar Formoso
territoriosdocoa@gmail.com • +351 914 506 242
Financiado por:
2026® A Viagem do Elefante. Todos os direitos reservados.