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Instalado nas Casamatas, é um espaço interativo e multimédia onde se reconstitui a história de Portugal desde a época medieval até à era contemporânea, com especial destaque para as Guerras Peninsulares, e o cerco de Almeida. É constituído por 20 salas e corredores outrora usados para duas vertentes: a paz e a guerra. Em tempo de guerra serviam de abrigo e defesa militar. Em tempo de paz serviam de armazém de víveres. Regista-se também que funcionou durante alguns anos como prisão.
Surgiu na altura da Guerra da Reconstrução (1640-1668) para que fosse assegurado o fornecimento de água à população em caso de necessidade durante os anos de guerra.
Templo católico do estilo românico, pensa-se que foi construída entre os séculos XIII e XIV e remodelada no século XVI de forma a adaptá-la às funções exigidas pela Santa Casa da Misericórdia. Construída com uma planta retangular, nave única e capela-mor mais baixa e estreita, destaque para uma janela de lintel reto e para um arco pleno no seu interior.
A notável Casa Grande ganhou o aspeto que tem hoje na segunda metade do século XVIII, quando o então proprietário, José Manuel Amaral, a mandou reedificar e ampliar, transformando a antiga casa senhorial numa casa fidalga, dando-lhe o rosto barroco. Na fachada principal destaca-se um brasão de armas e na fachada sul uma capela com pinturas a fresco oitocentista, representando a Anunciação e a Adoração dos Reis Magos nas paredes. O seu altar de talha dourada de tipo joanino e o teto feito em caixotões foi vendido, desconhecendo-se o seu destino. Foi vendida em 2007 e segundo o atual proprietário está a ser restaurada de acordo com o estilo original.
Também referido como Castelo das Cinco Quinas, devido à invulgar forma da sua torre de menagem pentagonal, acredita-se que foi mandado construir por D. Dinis ao mesmo tempo que este lhe conferiu a carta de foral em finais do século XIII. Serviu a sua função militar uma vez por outra, mas também de presídio, tendo sido abandonado e as suas muralhas desmanteladas para a construção de várias casas na vila e a praça de armas do castelo começou a servir de cemitério, tudo isto no século XIX, e só na década de 40 do século XX se conseguiu travar essas degradação.
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