Tem no seu interior um São Sebastião patusco, referido por Saramago. No exterior, protegido pelo alpendre da capela, encontra-se uma pintura maneirista provincial representando o calvário.
Pelourinho em granito do qual atualmente já só existe uma pedra, isto porque conta a população que em tempos de maior pobreza se foi destruindo o castelo e o pelourinho para poderem reconstruir as suas próprias casas.
É um dos espaços mais emblemáticos da cidade delimitado por um magnífico enquadramento de edifícios de diversas épocas e estilos: a Sé gótica da Guarda, o Edifício dos Balcões, o antigo Paços do Conselho, o Solar dos Póvoas e o Solar de Alarcão.